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Tópico oficial sobre Astronomia

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Tandra
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Tópico oficial sobre Astronomia

Mensagem por Tandra em Qua Set 03, 2014 5:00 pm

Inaugurando com essa matéria que eu achei fantástica

Astrônomos divulgam a melhor imagem de colisão entre galáxias já obtida



A figura luminosa que você viu acima, além de mostrar uma colisão entre duas galáxias distantes, representa a melhor imagem já obtida de um evento como esse. E isso não é tudo: segundo o site Universe Today, a “trombada” cósmica ocorreu quando o universo tinha apenas metade da idade que tem hoje e, para gerar a foto, um time internacional de astrônomos utilizou imagens de vários telescópios do planeta — e até de fora dele!

Além disso, um dos fatores mais importantes na observação da colisão foi o alinhamento das galáxias que, por pura sorte, permitiu que o evento fosse observado de maneira mais detalhada. Conforme explicou Hugo Messias, astrônomo da Universidad de Concepción, no Chile, e do Centro de Astronomia e Astrofísica da Universidade de Lisboa, em Portugal, o raro alinhamento das galáxias com relação à Terra criou uma espécie de lente cósmica.

Telescópio cósmico



Esse efeito visual provocado pelo alinhamento das galáxias se chama lente gravitacional e se forma graças a uma distorção no espaço-tempo ocasionada pela força gravitacional de corpos massivos — como as galáxias, por exemplo — que desviam a luz de objetos que se situam atrás deles com relação aos observadores aqui na Terra. Uma das características desse efeito é a ampliação da luz emitida por astros muito distantes.

Contudo, para que os astrônomos possam tirar proveito da lente gravitacional, os dois objetos — a galáxia-lente e o astro que se encontra atrás dela — devem estar perfeitamente alinhados, e isso, como você deve imaginar, é extremamente raro e difícil de identificar. Segundo Messias, alguns experimentos provaram que é mais fácil se deparar com esses objetos se eles forem observados com infravermelho.

Galáxia lente



Pois a galáxia H1429-0028 — que se situa diante do evento — é um desses casos. Embora pareça com um objeto pouco brilhante no cosmos, quando observada em determinados comprimentos de onda do infravermelho, se torna um dos objetos mais brilhantes que já foram encontrados.

No caso da colisão observada, além de tirar proveito da galáxia que funciona como lente gravitacional, os astrônomos também se basearam em dados obtidos por telescópios como o ALMA, Observatório Keck, Karl Jansky Very Large Array e o Hubble, entre outros, que foram posteriormente combinados para que os cientistas pudessem descobrir mais detalhes sobre o que estavam observando.

Revelações

Assim, usando as informações combinadas, os astrônomos descobriram que a H1429-0028 — que se encontra em primeiro plano — tem forma de espiral, enquanto o objeto que foi observado ao fundo é, na verdade, uma colisão entre duas galáxias. Além disso, uma das “envolvidas” mostra indícios de rotação, o que levou os pesquisadores a deduzir que, antes de colidir, se tratava de uma galáxia na forma de espiral, ou seja, com formato semelhante à Via Láctea.

Segundo o Universe Today, esse sistema de galáxias se parece bastantecom as Galáxias Antena, localizadas mais próximo da Terra. Neste caso, trata-se de um sistema formado depois de uma colisão entre as galáxias NGC 4038 e NGC 4039, sendo que há algumas centenas de milhares de anos as duas se encontram em uma espécie de abraço rodopiante conforme vão se fundindo em uma só.
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Bom... sou uma amante extremamente apaixonada por tudo que tenha a ver com astronomia.
Vamos, alimentar esse tópico com matérias e debates interessantes, tem tudo para ser o melhor tópico do Coffee Break


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Dartagnan

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Re: Tópico oficial sobre Astronomia

Mensagem por Dartagnan em Qua Set 03, 2014 6:24 pm

Sempre que se fala em astronomia, a primeira coisa que me vem em mente é a série 'Cosmos' de Carl Sagan. Cheguei a ver na Globo, nos anos 80...que época fantástica essa. Procuro o dvd, mas está fora de catálogo. Talvez em sebo ou importando....

E matei minhas primeiras curiosidades no assunto com as matérias da revista Superinteressante.

Tentar sequer imaginar a grandeza física dessas imagens, ajuda a ver que realmente não somos quase nada, em vista do todo.

Mas vou lembrar do que mais me interessa nisso: a possibilidade real de habitar um outro planeta. Já existe até iniciativa privada pra bancar isso.

Falando do Cosmos, já vi na Amazon o Blu-ray. 'A spacetime odissey' parece que é uma continuação da série original. E pra alegria geral, ainda tem legendas em português!! What a Face  Ou seja, não precisamos esperar lançar no Brasil. Mas ainda quero pegar a original, pois o próprio Sagan apresentando o programa era ótimo.


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Pense positivo. Não te garanto que tudo irá dar certo. Mas com certeza pensar negativo será pior...
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SKY1968

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Re: Tópico oficial sobre Astronomia

Mensagem por SKY1968 em Qua Set 03, 2014 8:31 pm

Assim na terra, como no céu..."

A mais fascinante e antiga das ciências...

Quem ja teve a oportunidade de apreciar todo esplendor do céu noturno na ausência de iluminação artificial entendera facilmente pq o firmamento sempre exerceu forte atração sobre nos, seres humanos .

Tópico maravilhoso,Tandra!

Depois postarei uma matéria sobre a nova produção da clássica e inesquecível série Cosmos,agora sob a chancela de "guardiã" Ann Druyan e apresentação do ótimo Neil de Grasse.




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Borg
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Re: Tópico oficial sobre Astronomia

Mensagem por Borg em Qua Set 03, 2014 8:54 pm

No aguardo do review de Cosmos... uma das séries mais interessantes que já vi.
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Tandra
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Re: Tópico oficial sobre Astronomia

Mensagem por Tandra em Qua Set 03, 2014 9:10 pm

Boa datargman...
Sky eu tenho algumas grds paixões.  Piano, jardins, cozinhar,livros. dançar, astronomia e outra que eu não posso falar aqui, hehehe. Meu sonho hj é ter um sitio, aonde eu possa por em prática todas as essas minhas paixões,  mas, principalmente,  com uma casinha pequena, um terraço e um telescópio, luzes apagadas, eu, meu futuro marido e poder presenciar cada evento do céu.  

To pelo cel dps posto mais matérias.  Sky vou esperar tb a sua pastagem


Última edição por Tandra em Sex Set 05, 2014 8:27 pm, editado 1 vez(es)


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SKY1968

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Re: Tópico oficial sobre Astronomia

Mensagem por SKY1968 em Sex Set 05, 2014 9:37 am

Tandra, não aparece para mim a imagem da "figura luminosa"no post inicial...



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Tandra
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Re: Tópico oficial sobre Astronomia

Mensagem por Tandra em Sex Set 05, 2014 9:55 am

Sky eu desloguei e entrei como visitante e pedi tb a minha irmã que entrasse no tópico, e para nós as imagens aparecem. Tenta atualizar sua página ai

todo caso vou postar aquii novamente, vê se agora consegue ver:



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santaleh

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Re: Tópico oficial sobre Astronomia

Mensagem por santaleh em Sex Set 05, 2014 5:12 pm

Show de bola.
Minha contribuição

Superaglomerado de galáxias da Via Láctea tem suas fronteiras delimitadas

Cientistas constantemente realizam pesquisas sobre a vastidão do Universo e revelam o quão pequenos nós somos em meio à imensidão do espaço e das estrelas.

É comum esquecermos diariamente que nós flutuamos pelo espaço em um pequeno mundo que faz parte de um aglomerado de planetas, que por sua vez faz parte de um aglomerado de galáxias e assim continuadamente.

O mais interessante é que, apesar das distâncias gigantescas, todos esses corpos celestes se movimentam em conjunto, quase como se fossem coreografados. Um grupo internacional de astrônomos, liderado por R. Brent Tully, da Universidade do Havaí, é o principal autor de um artigo publicado na Revista Nature que mensurou o tamanho do superaglomerado de galáxias à qual pertencemos, que foi batizado de Laniakea – nome em havaiano que une as palavras “céu” e “espaçoso” e que quer dizer basicamente “céu imensurável”.

Através do estudo de anos de Tully, foi identificado que a Via Láctea, a nossa galáxia, está na “esquina” de um superaglomerado com aproximadamente 520 milhões de anos-luz de diâmetro que abriga outras 100 mil galáxias que juntas possuem uma massa total estimada em mais de 100 quatrilhões de sóis (ufa!). Não conseguimos nem imaginar esse tamanho todo. Veja o vídeo com explicações, em inglês, sobre o que é o superaglomerado de galáxias Lanikea:

video nesse link: http://www.megacurioso.com.br/universo/45551-superaglomerado-de-galaxias-da-via-lactea-tem-suas-fronteiras-delimitadas.htm


Tully diz que finalmente os contornos do superaglomerado de galáxias em que está a Via Láctea foram claramente definidos. Nas palavras dele, “isso não é muito diferente do que descobrir pela primeira vez que sua cidade natal é na verdade um país muito maior que faz fronteiras com outras nações”. Para poder medir o tamanho imensurável de Lanikea, Tully e seus colegas analisaram levantamentos astronômicos com dados sobre a distância e o movimento relativo de mais de oito mil galáxias.

Desse modo, os efeitos da expansão do espaço (que ocorre desde o Big Bang, de acordo com a grande maioria de cientistas) puderam ser descontados para que eles chegassem ao formato original desse superaglomerado de estrelas e planetas. Além de Lanikea, outros megaconjuntos de galáxias também puderam ser identificados, assim como os seus movimentos de atração– o que dá a entender que eles podem fazer parte de estruturas ainda maiores.
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Malévola

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Re: Tópico oficial sobre Astronomia

Mensagem por Malévola em Sex Set 05, 2014 5:43 pm

excelente tópico, depois contribuo com alguma coisa.
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SKY1968

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9 vídeos absolutamente inspiradores sobre o Cosmos

Mensagem por SKY1968 em Sex Set 05, 2014 8:36 pm

Divirtam-se!!


9 vídeos absolutamente inspiradores sobre o cosmos


Ciência, filosofia e poesia se misturam na fala de grandes cientistas



Discursos apaixonados de grandes cientistas dão vida e beleza a conceitos abstratos da ciência (Foto: Sérgio Bernardino/flickr/creative commons)

Quando a ciência se mistura a discursos apaixonados e poéticos, o resultado não poderia deixar de ser uma profunda sensação de inspiração. Caso o assunto abordado e a forma como ele é exposto sejam realmente tocantes, podem provocar até mesmo um senso de reverência para com a natureza e a vida como um todo.

Cientistas de muito talento que se dedicam à divulgação científica conseguem, com frequência, obter resultados parecidos com o de grandes filósofos. Eles estimulam, de forma didática, a mente de seus ouvintes para que estes compartilhem da paixão pela ciência e também do maravilhamento pelo cosmos.

Publicamos uma lista de 7 fatos científicos que comprovam nossa íntima conexão com o universo. Mas não há nada como ouvir valiosas reflexões da boca dos próprios cientistas. Confira abaixo grandes nomes da ciência falando sobre o cosmos, de forma muito inspiradora:


1 – Cosmos, de Carl Sagan

Falar de ciência inspirada é quase que um sinônimo de falar de Carl Sagan. O astrônomo foi talvez o mais popular divulgador de ciência, e seu carisma é contagiante. Com a série Cosmos, lançada em 1980, Sagan inspirou o interesse pela astronomia em milhões de pessoas mundo afora. A série explora profundamente não apenas o cosmos, como também o nosso papel nele.




2 – O átomo e o chimpanzé, com Neil deGrasse Tyson


Com seu jeito irreverente e cativante, Tyson (atual apresentador da continuação da série Cosmos) reflete neste vídeo sobre sermos todos poeira de estrelas. Ele também fala de vida extraterrestre e lança uma provocação: será que somos tão evoluídos como pensamos? Para uma civilização alienígena avançada, talvez não sejamos muito mais do que chimpanzés.



Última edição por SKY1968 em Sex Set 05, 2014 8:52 pm, editado 2 vez(es)
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Re: Tópico oficial sobre Astronomia

Mensagem por SKY1968 em Sex Set 05, 2014 8:39 pm

3 – Grandes questões sobre o Universo, com Stephen Hawking

Hawking é, sem dúvida, um dos maiores gênios dos nossos tempos. Suas contribuições no campo da cosmologia são inúmeras. Nesta palestra TED, o físico trata do Big Bang e da evolução do universo, além de refletir sobre a possibilidade de vida em outros planetas.




4 – Do Big Bang aos dias atuais, com Brian Cox

Eis uma síntese notável: quase 14 bilhões de anos em apenas dois minutos. É interessante ver como o físico britânico Brian Cox, autor de diversos programas e documentários, resume a evolução do cosmos, do Big Bang aos dias atuais.




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Re: Tópico oficial sobre Astronomia

Mensagem por SKY1968 em Sex Set 05, 2014 8:42 pm

5 – Uma noite com as estrelas, com Brian Cox

Se você gostou da retórica apaixonada de Cox, pode se interessar também por este programa de auditório da BBC apresentado por ele. A figura do diamante é explorada de diversas formas, usada para exemplificar mistérios do universo. Física quântica e outros assuntos são abordados de forma divertida, com a condução de experimentos no palco.




6 – Universos paralelos, com Michio Kaku

Você, como todos nós, sempre imaginou o Universo como sendo tudo o que existe? Então é melhor ir começando a abrir a cabeça para algo muito, muito maior: os físicos falam em um Multiverso, incontáveis universos paralelos que coexistem como bolhas de sabão flutuando no ar. Michio Kaku, uma das maiores autoridades em Teoria das Cordas, explica este e outros temas fascinantes.





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Re: Tópico oficial sobre Astronomia

Mensagem por SKY1968 em Sex Set 05, 2014 8:48 pm

7 – Multiverso e Teoria das Cordas, com Brian Greene

Se interessou pelo conceito de Multiverso? Nesta TED, Brian Greene aprofunda a ideia, relacionando-a de maneira didática e com recursos interativos à elegante e ainda não comprovada Teoria das Cordas. Ela concebe a estrutura mais básica da matéria como sendo um filamento energético que vibra e cria tudo o que podemos ver (e o que não podemos).




8 – Reflexões sobre nós mesmos e a ciência, com Lawrence Krauss


Nesta breve reflexão filosófica, Krauss pensa sobre o fazer científico e sobre a estranheza que assuntos como a mecânica quântica causa ao ser humano. Nós simplesmente não evoluímos para entender conceitos tão abstratos. No entanto, depois de um considerável esforço para compreendê-los, eles proporcionam visões e entendimentos sobre o cosmos absolutamente compensadores.



9 – Symphony of Science

Esta última sugestão sintetiza de maneira excelente o que chamamos aqui de ciência inspirada: através da música. Na série Symphony of Science (Sinfonia da Ciência), John Boswell musicalizou diversos trechos de palestras de renomados cientistas. O resultado é incrível. Com melodias poderosas, as mensagens apaixonadas de muitos dos mestres aqui mencionados fica gravada na cabeça. Confira Carl Sagan e Stephen Hawking em um fantástico dueto cósmico.



http://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Espaco/noticia/2014/07/9-videos-absolutamente-inspiradores-sobre-o-cosmos.html

Vixe, tentei  3 videos no ultimo e foi... Shocked

Desculpem ai galera,estou conhecendo os recursos ainda.
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Tandra
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Re: Tópico oficial sobre Astronomia

Mensagem por Tandra em Sex Set 05, 2014 9:23 pm

ótimooooo sky... show,
vou começar a ver um por um agr...


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Re: Tópico oficial sobre Astronomia

Mensagem por SKY1968 em Dom Set 07, 2014 11:45 am


Assista agora mesmo um asteróide recém descoberto passando “de raspão” pela Terra

Publicado em 6.09.2014



Este asteróide, apelidado de Pitbull, foi descoberto poucos dias atrás em 31 de agosto. Recebeu este nome pelas pequenas dimensões, cerca de 26m e distância assustadoramente próxima da Terra.

Ele está passando agora mesmo por nós esta noite a uma distância de 1/10 da distância da Lua, muito próximo a satélites geoestacionários de meteorologia e TV a cerca de 27.680km de distância. Não é exatamente uma surpresa já que descobrimos mais de 11 mil destes objetos próximos da Terra, com mais milhares a serem encontrados.

Ele não vai acertar nosso planeta, mas se o fizesse as repercussões seriam piores do que a do Chelyabinsk no ano passado que danificou milhares de casas e feriu milhares de pessoas com vidro estilhaçado. Ele tinha cerca de 20m de diâmetro e liberou a energia de mais de 20 bombas atômicas (cerca de 460 kilotons de TNT).

O asteróide será seguido pelo observatório Slooh nas ilhas Canárias, na costa africana. Assista aqui.
http://live.slooh.com/


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Re: Tópico oficial sobre Astronomia

Mensagem por Borg em Dom Set 07, 2014 1:16 pm

26 metros e sendo visto dessa maneira ? Pqp... imagine se tivesse 300 ou 400 metros de comprimento.... se ele não fosse atraído pelo campo gravitacional da terra, no mínimo iria gerar uma imagem no céu assustadora...
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Re: Tópico oficial sobre Astronomia

Mensagem por SKY1968 em Dom Set 07, 2014 8:26 pm

Borg, so pra termos uma idéia o que atingiu a região de Tunguska(inabitada felizmente) no inicio do século passado e varreu toda a área, tinha menos de 100 m.Agora imagina um de 400 m caindo numa area habitada...


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Re: Tópico oficial sobre Astronomia

Mensagem por SKY1968 em Sab Set 13, 2014 11:14 am

Caçador de cometa



Em novembro, um módulo lançado pela sonda Rosetta, da Agência Espacial Europeia, dará início à mais completa pesquisa já feita sobre um cometa. O estudo pode revelar segredos sobre a origem da vida.

Por Eduardo Araia / Infográficos Giovanni Tabolacci


Ainda não pousamos um artefato terrestre na superfície de um cometa, mas estamos muito perto disso. Em 6 de agosto, se tudo correr como previsto, a sonda Rosetta, da Agência Espacial Europeia (ESA, na sigla em inglês), chegará perto do núcleo do cometa 67P/ChuryumovGerasimenko e entrará em sua órbita. A data marcará o início da mais detalhada investigação já feita de um desses corpos celestes, que deverá durar 16 meses e inclui o envio de um módulo de pouso, o Philae, ao solo do 67P, em novembro.

Rosetta é o momento culminante dos investimentos que começaram a ser feitos na década de 1980, quando diversas sondas foram enviadas para estudar a passagem do cometa Halley, em 1986. As inúmeras informações de valor extraídas por várias naves estimularam a ESA e a Nasa, a agência espacial norteamericana, a desenvolver missões conjuntas nesse sentido, a fim de reduzir custos.

Nasa criou então o projeto Comet Rendezvous Asteroid Flyby (Craf) e a ESA, o Comet Nucleus Sample Return (CNSR). As duas missões seriam levadas ao espaço pela espaçonave Mariner Mark II, em desenvolvimento. Em 1992, porém, cortes no orçamento levaram a Nasa a cancelar o Craf. A ESA não se abateu e decidiu tocar o projeto sozinha. Depois de algumas readaptações, a missão, renomeada e com orçamento calculado em 1 bilhão de euros, decolou da Guiana Francesa, em 2 de março de 2004.

Missões espaciais significam uma vasta trabalheira com cálculos, e a Rosetta exemplifica bem isso. Lançada inicialmente numa órbita circular ao redor do Sol, a sonda teve sua trajetória gradualmente ajustada para seguir rumo ao 67P, o que implicou três sobrevoos sobre a Terra e um sobre Marte. Tudo correu bem, e a sonda ainda sobrevoou e estudou os asteroides Steins, em 2008, e Lutetia, em 2010, antes de “dormir” por cerca de dois anos e meio. Em janeiro passado, ela foi reacordada – num procedimento inesperadamente demorado que, nas palavras do cientista da ESA Martin Keller, “foram alguns espetaculares minutos de tortura” – a fim de se preparar para o seu objetivo maior.

Em maio, a sonda começou uma série de manobras a fim de atingir, em 2 de julho, 94% da condição necessária para igualar sua velocidade à do 67P. Com mais cinco manobras menores, a Rosetta deverá chegar em 6 de agosto a cerca de 100 km do núcleo do 67P, pronta para se aproximar ainda mais.

Pelos 16 meses seguintes, a nave marcará bem de perto o 67P, acompanhando sua aproximação ao Sol. À medida que o pequeno astro vai se aquecendo, seu núcleo libera vapor d’água, gases e nuvens de poeira, que criam uma vasta cauda luminosa.

Em novembro, Rosetta fará o movimento mais importante da missão: o envio do módulo Philae à superfície do cometa. De lá, o Philae transmitirá informações para a sonda durante três semanas – tempo máximo estimado para o funcionamento das suas baterias. “Graças à Rosetta rastrearemos a evolução de um cometa em bases diárias por mais de um ano”, resume Matt Taylor, cientista do projeto

Portadores da vida

Na Idade Média os cometas eram vistos como arautos da destruição e de grandes mudanças. Até o início do século XX a passagem do Halley, o mais famoso deles, assustava muita gente. Mas hoje os astrônomos têm uma visão bem diferente desses corpos celestes. É possível que a água do nosso planeta tenha sido trazida por cometas. Os cientistas também especulam que esses corpos podem ter transportado para cá compostos orgânicos fundamentais para a vida, como aminoácidos.

Os cometas que conhecemos são resultantes da formação do Sistema Solar, há cerca de 4,6 bilhões de anos. Nessa época, uma nuvem de gelo e poeira formada pela explosão de estrelas aglutinou- se e tornou-se um disco quente, que deu origem ao Sol e aos planetas. Nas bordas externas desse disco, sobras do material original aglutinaram-se e formaram cometas. “Esses objetos são os restos do nascimento do Sistema Solar”, afirma o astrônomo americano Michael A’Hearn, da Universidade de Maryland e membro da missão Rosetta. Os cometas contêm informações preciosas não apenas sobre o início do nosso sistema planetário, mas também sobre a própria origem do universo em si.

A mais bem-sucedida sonda enviada ao encontro do Halley em 1985, a Giotto, da ESA, mostrou que o cometa – um corpo no formato de um amendoim com 15 quilômetros de comprimento – tinha em seu lado voltado para o Sol três locais de onde eram expelidas para o espaço, a cada segundo, várias toneladas de vapor d’água misturado com monóxido de carbono e matéria orgânica .

Esse conteúdo excitou os cientistas, mas os problemas orçamentários da Nasa atrapalharam as pesquisas, só retomadas no início deste século. Em 2004, dois meses antes de a ESA lançar a Rosetta, a Nasa mandou ao espaço a sonda Stardust, que voou através da coma (a tênue atmosfera) do cometa Wild 2 e colheu poeira da sua cauda, enviada numa cápsula que pousou em janeiro de 2006 em Utah, nos EUA. No material coletado havia alumíos cometas são restos da gênese do Sistema Solar, há 4,6 bilhões de anos.  As asas são colocadas em posição vertical para permitir a descida. t e c n o l o g i a nio e titânio, elementos que só poderiam ter provindo do centro do disco que originou o Sistema Solar. “Assumia-se até então que a poeira vinha de outras estrelas e supernovas”, diz Don Brownlee, professor de astronomia da Universidade de Washington e líder dos pesquisadores da Stardust.

A sonda Deep Impact, lançada em janeiro de 2005, aproximou-se do cometa Tempel e disparou contra ele um projétil de cobre de 370 kg. O impacto levantou várias toneladas de água, gelo e poeira e criou uma cratera de 90 metros de largura. Assim como a Giotto, a Deep Impact mostrou que o seu objeto de estudo continha bem mais poeira do que gelo – outra surpresa em relação ao que os  cientistas supunham. A poeira revelou outra novidade: em vez da imaginada espessura de areia, era fina como talco.

A observação detalhada de vários cometas mostra que há um bom número de diferenças entre esses corpos. “Quanto mais estudamos os cometas de perto, mais variedade encontramos”, diz A’Hearn.

Pente-fino

A Rosetta pretende passar um pente-fino no 67P, e para isso leva uma sofisticada aparelhagem. Ela conta, por exemplo, com Alice, um espectrômetro de imagens ultravioleta que medirá os níveis de gás no cometa, Osíris, uma câmera que obterá imagens em alta resolução, um aparelho que examinará o interior do 67P usando ondas de rádio (não se sabe se os cometas são sólidos ou têm buracos) e um instrumento que medirá o halo de poeira. Outro aparelho estudará a interação do cometa com o vento solar.

Mas a parte mais importante da missão cabe ao Philae. Seu principal objetivo será encontrar traços de água primordial, procurando isótopos de hidrogênio. Como em seus primeiros dias a Terra era tão quente que sua água evaporaria no espaço, a maioria dos pesquisadores acredita que o líquido hoje existente aqui veio depois, trazido mais provavelmente por cometas.

O acúmulo de informações sobre esses corpos tornou possível testar a hipótese. A água terrestre tem em seus isótopos de hidrogênio uma “impressão digital”: a proporção de deutério (versão mais pesada do hidrogênio, com um nêutron no núcleo) para hidrogênio é de 1,56 parte por 10.000. Por enquanto, as medições feitas em seis cometas produziram proporções superiores ao dobro desse índice.

O Philae perfurará a superfície do 67P para colher amostras para um espectrômetro de massa, que medirá os isótopos de hidrogênio. Se a proporção for diferente da observada aqui, enfraquecerá a hipótese da “origem cometária” da água terrestre. Ganharia força, então, a ideia de que nossa água teria sido trazida por asteroides – que não têm gelo, mas possuem minerais com a química adequada para produzi-la. “É tecnicamente possível, mas ainda acredito que foi o gelo dos cometas que proporcionou aquela água”, acredita A’Hearn.

A crença está apoiada numa pesquisa recente. Em 2013, dados do cometa 103P/Hartley 2 obtidos pelo telescópio Herschel, da ESA, revelaram que a proporção deutério/ hidrogênio no seu gelo é exatamente a mesma encontrada na água terrestre. Esse cometa vem do Cinturão de Kuiper, além da órbita de Netuno, entre 5 bilhões e 8 bilhões de quilômetros do Sol. Os seis cometas observados previamente vieram da Nuvem de Oort, a quase 10 trilhões de quilômetros do Sol.

É possível, assim, que a água terrestre tenha se originado de cometas do Cinturão de Kuiper – e o 67P também venha de lá. Por isso, as informações sobre os seus isótopos de hidrogênio são ansiosamente aguardadas, assim como as ligadas a aminoácidos e outras substâncias químicas complexas. Espectrômetros de massa instalados na Rosetta e no Philae analisarão os gases e a poeira do cometa em busca de sinais desses materiais. “Já detectamos um aminoácido, a glicina, no cometa Wild2”, diz A’Hearn. “Encontrar muitos mais no cometa 67P terá implicações muito claras.”

A hipótese aventada, no caso, está ligada às várias evidências recolhidas de que os aminoácidos se formam em áreas do espaço interestelar bombardeadas pela radiação. Os cometas, assim, “varreriam” essas substâncias no seu trânsito e as despejariam sobre os planetas, dando início à vida. “Se a possibilidade de vida extraterrestre empolga você, essa seria uma notícia muito boa”, instiga A’Hearn.









http://revistaplaneta.terra.com.br/secao/tecnologia/cacador-de-cometa
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Tandra
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Re: Tópico oficial sobre Astronomia

Mensagem por Tandra em Ter Set 16, 2014 3:09 pm

Matéria show heim sky??!!

minha contribuição do dia:

AURORA BOREAL

A aurora polar é um fenômeno óptico composto de um brilho observado nos céus noturnos nas regiões polares, em decorrência do impacto de partículas de vento solar e a poeira espacial encontrada na via láctea com a alta atmosfera da Terra, canalizadas pelo campo magnético terrestre.1 Em latitudes do hemisfério norte é conhecida como aurora boreal (nome batizado por Galileu Galilei em 1619,2 em referência à deusa romana do amanhecer, Aurora, e Bóreas, deus grego, representante dos ventos nortes). Ocorre normalmente nas épocas de setembro a outubro e de março a abril. Em latitudes do hemisfério sul é conhecida como aurora austral, nome batizado por James Cook, uma referência direta ao fato de estar ao Sul.3

O fenômeno não é exclusivo somente à Terra, sendo também observável em outros planetas do sistema solar como Júpiter, Saturno, Marte e Vênus.4 Da mesma maneira, o fenômeno não é exclusivo da natureza, sendo também reproduzível artificialmente através de explosões nucleares ou em laboratório.













Aurora em outros planetas

Tanto Júpiter quanto Saturno também possuem campos magnéticos muito mais fortes que os terráqueos (Urano, Neptuno e Mercúrio também são magnéticos) e ambos possuem grandes cintos de radiação. O efeito da aurora polar vem sendo observado em ambos, mais claramente com o telescópio Hubble.

Tais auroras parecem ser originadas do vento solar. Por outro lado, as luas de Júpiter, em especial Io, também são fontes poderosas de auroras. Elas são formadas a partir de correntes elétricas pelo campo magnético, geradas pelo mecanismo de dínamo relativo ao movimento entre a rotação do planeta e a translação de sua lua. Particularmente, Io possui vulcões ativos e ionosfera, e suas correntes geram emissão de rádio, que vêm sendo estudadas desde 1955.

Como as terrestres, as auroras de Saturno criam regiões ovais totais ou parciais em torno do pólo magnético.6 Por outro lado, as auroras daquele planeta costumam durar por dias, diferente das terrestres que duram por alguns minutos somente. Evidências7 mostram que a emissão de luz nas auroras de Saturno contam com a participação da emissão de átomos de hidrogênio.

Uma aurora foi recentemente detetada em Marte pela sonda espacial Mars Express durante suas observações do planeta em 2004, com resultados publicados no ano seguinte. Marte possui um campo magnético mais fraco que o terrestre, e até então pensava-se que a falta de um campo magnético forte tornaria tal efeito impossível.8 Foi percebido que o sistema de auroras de Marte é bastante parecido com o da Terra, sendo comparável às nossas tempestades de baixa e média intensidade. Como o planeta está sempre direcionado para o nosso planeta com seu lado diurno, a observação de auroras é somente possível através de espaçonaves investigando o lado noturno do planeta vermelho e nunca a partir da Terra.

Vênus, que não possui um campo magnético, apresenta também o fenômeno, no qual as partículas da atmosfera são diretamente ionizadas pelos ventos solares, fenômeno também presente na Terra.




Três momentos de uma aurora captura pelo telescopio em saturno



vídeo de uma aurora visto da terra



video de uma aurora visto do espaço







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Poseidon

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Re: Tópico oficial sobre Astronomia

Mensagem por Poseidon em Sex Set 19, 2014 9:46 am

Cientistas encontram buraco negro imenso em galáxia anã



Um time de astrônomos da ESA encontrou um enorme buraco negro no centro da galáxia conhecida como M60-UCD1.  A descoberta faz dela a menor galáxia conhecida a possuir um buraco negro e também a que possui mais área coberta por esse tipo de deformação espaço-temporal.

“Nós já tínhamos publicado um estudo que sugeria que esse peso adicional poderia vir da presença de buracos negros extensos, mas era só uma teoria”, disse o copesquisador Steffen Mieske. “Agora, ao estudar o movimento das estrelas presentes na M60-UCD1, nós detectamos os efeitos de um grande buraco negro em seu centro”.

Foi fazendo buscas com o telescópio espacial Hubble e com o telescópio do observatório de Gemini, no Havaí, que os cientistas detectaram a situação inusitada.

Tão pequena e tão grande...

Através do estudo dessas imagens, os astrônomos puderam determinar que o buraco negro teria a massa de mais de 21 milhões de sóis — cinco vezes mais do que possui o buraco negro no meio da Via Láctea. Porém, ele não representa nem 0,01% da massa total da galáxia.

“Essas descobertas sugerem que galáxias anãs podem na verdade ser restos despojados de galáxias maiores que foram dilaceradas em colisões com outras galáxias, em vez de pequenas ilhas de estrelas nascidas em isolamento”, disse Anil Seth, líder da pesquisa. “Nós não sabemos de nenhuma outro jeito que possibilite um buraco negro tão grande em um objeto pequeno assim.”

A distância entre a Terra e a M60-UCD1 é de cerca de 50 milhões de anos-luz e ela possui o diâmetro de apenas 300 anos-luz — 500 vezes menor do que a Via Láctea—, sendo ocupada por 140 milhões de estrelas.
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SKY1968

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Re: Tópico oficial sobre Astronomia

Mensagem por SKY1968 em Sex Set 26, 2014 8:31 am

Here we go...rsrsrs



Buracos negros não existem




Publicado em 24.09.2014

Os misteriosos buracos negros são os objetos mais escuros e mais densos do universo, que nem sequer deixam escapar luz.

Muito já foi teorizado sobre eles, mas uma pesquisa recente pode levar todo esse campo de estudo por água abaixo: ao fundir duas teorias aparentemente conflitantes, Laura Mersini-Houghton, professora de física na Universidade da Carolina do Norte em Chapel Hill (EUA) disse ter provado matematicamente que os buracos negros não existem.

“Eu ainda estou em choque”, disse Mersini-Houghton. “Estamos estudando esse problema [de fundir duas teorias diferentes] por mais de 50 anos e esta solução dá-nos muito que pensar”.

As duas hipóteses mencionadas por Mersini-Houghton são a teoria da gravidade e a mecânica quântica.


Os contraditórios buracos negros

Cientistas creem que os buracos negros se formam quando uma estrela massiva colapsa sob sua própria gravidade em um único ponto do espaço (para entender o que isso significa, imagine a Terra sendo esmagada em uma bola do tamanho de um amendoim). Esse ponto único é chamado de singularidade.

Eles também creem que uma membrana invisível conhecida como horizonte de eventos envolve a singularidade. Cruzar esse horizonte significa que você nunca poderia voltar – esse é o ponto onde a força gravitacional de um buraco negro é tão forte que nada pode escapar dela.

A razão pela qual os buracos negros são tão bizarros é que colocam duas teorias fundamentais do universo uma contra a outra.

A teoria da gravidade de Einstein prediz a formação de buracos negros, mas uma lei fundamental da teoria quântica afirma que nenhuma informação do universo pode desaparecer. Esforços para combinar essas duas teorias levam a um absurdo matemático, conhecido como o “paradoxo da perda de informação em buracos negros”.

Tentativa de combinação

Em 1974, Stephen Hawking usou a mecânica quântica para mostrar que buracos negros emitem radiação. Desde então, os cientistas detectaram impressões digitais no cosmos que são consistentes com esta radiação, identificando uma lista cada vez maior de buracos negros do universo.

Eles existem então, certo?

Segundo Mersini-Houghton, errado.

Ela descreve um cenário totalmente novo. A física concorda com Hawking que, conforme uma estrela colapsa sob sua própria gravidade, produz a chamada radiação de Hawking. No entanto, em seu novo trabalho, Mersini-Houghton mostra que, ao liberar esta radiação, a estrela também lança massa. Sendo assim, a estrela encolhe e já não tem a densidade necessária para se tornar um buraco negro.

De acordo com a pesquisadora, evidências experimentais podem um dia fornecer prova física quanto à possibilidade ou não de buracos negros existirem no universo. Mas, por enquanto, a matemática aponta conclusivamente que eles não existem.

Seu artigo ainda não foi revisado por outros cientistas e publicado em uma revista científica. No entanto, oferece soluções numéricas exatas para o problema do paradoxo da informação em buracos negros, e foi feito em colaboração com Harald Peiffer, especialista em relatividade numérica da Universidade de Toronto (Canadá).

Um estudo anterior de Mersini-Houghton que oferecia soluções aproximadas para o problema já foi publicado na revista Physics Letters B, no entanto. É provável que seu novo artigo seja revisado e publicado em breve.

Se os buracos não existem…

Muitos físicos e astrônomos acreditam que o nosso universo se originou a partir de uma singularidade que começou a se expandir com o Big Bang. No entanto, se buracos negros não existem, singularidades não existem.

   O universo pode ser um holograma, um programa de computador, um buraco negro ou uma bolha

Caso Mersini-Houghton esteja certa, os físicos terão que repensar suas ideias sobre o Big Bang. [Phys] http://phys.org/news/2014-09-black-holes.html

http://hypescience.com/nova-pesquisa-diz-que-buracos-negros-nao-existem/
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Tandra
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Re: Tópico oficial sobre Astronomia

Mensagem por Tandra em Ter Set 30, 2014 3:41 pm

caramba sky, curti demais essa sua postagem. Trouxe um outro ponto de vista interessante. Mas, me diz qual a sua opinião sobre isso??


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victor andrade

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Re: Tópico oficial sobre Astronomia

Mensagem por victor andrade em Sex Out 03, 2014 11:06 am

ótimo tópico vou começar a ler os posts agora.
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victor andrade

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Re: Tópico oficial sobre Astronomia

Mensagem por victor andrade em Sex Out 10, 2014 6:52 pm

Up no melhor tópico do Coffee Break

algumas imagens para delirar...















super lua ano passado

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SKY1968

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Re: Tópico oficial sobre Astronomia

Mensagem por SKY1968 em Sex Out 10, 2014 7:54 pm

Tandra escreveu:caramba sky, curti demais essa sua postagem. Trouxe um outro ponto de vista interessante. Mas, me diz qual a sua opinião sobre isso??

Minha opinião é que apesar de eles acharem, não sabem muito sobre o Universo ainda...Imagina eu!! rsrsrs

Agora o mestre SH  fala em buracos marrons.. Wink

Estamos engatinhando ainda.

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Re: Tópico oficial sobre Astronomia

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